sábado, 24 de setembro de 2011

proposta 1: Marte








vida em marte:
Certamente este é o tema que desperta maior interesse e fascínio pelo planeta vermelho, sendo a grande fonte motivadora dos enormes investimentos em pesquisa e envio de sondas espaciais ao planeta Marte. Todo esse interesse pelo planeta deve-se a possibilidade de conter alguma resposta para a pergunta que há séculos vem angustiando toda humanidade: seria o planeta Terra a única reserva biológico do universo? Como veremos adiante, indícios de bactérias extraterrestres foram encontrados em um meteorito marciano, sendo este fato o ponto de partida para responder nossa angustiante dúvida sobre a existência de vida fora da Terra, e quem sabe, até ajudar a compreender melhor a origem da vida.
    


Numa certa época da história da astronomia, a angustia de se sentir só no universo, associada às observações de certas características de Marte, levaram a humanidade e mesmo alguns astrônomos a fazerem especulações sobre a existência de vida em Marte. Os primeiros rumores de que o planeta vermelho poderia abrigar vida surgiram em 1659, quando Christian Huygens visualizou uma grande mancha na superfície do planeta. Inicialmente, foi denominada de “grande pântano” devido sua semelhança com pântanos. Começaram-se então rumores de que Marte poderia ser habitado por seres inteligentes. Observações posteriores mostraram várias manchas escuras na superfície do planeta, as quais mudavam de tamanho e coloração.















marte é parecido com a terra ? :
O clima desse planeta é o mais parecido com a Terra. No verão de Marte que a temperatura chega perto de 20o e no inverno pode chegar a -140o C. Mesmo usando um telescópio médio é possível observar em Marte a presença de calotas polares formadas de gelo seco (gás carbônico congelado). Além disso, desde o século passado os astrônomos já haviam observado a presença de estações do ano no planeta. Acredita-se que em Marte exista água congelada próximo dos pólos e abaixo da superfície. Na década de 70, duas sondas (Viking I e Viking II) desceram em Marte com o objetivo de procurar vida na forma de bactérias, fungos ou algo parecido, mas nada que pudesse comprovar a existência desses organismos foi encontrado. Missões complementares à Marte deram prosseguimento até 1996 com a Mars Global Surveyor (MGS) para um mapeamento mais preciso da superfície marciana a ser completado pela sonda até 31 de janeiro de 2000. A MGS faz parte de um programa de dez anos de duração da exploração de Marte. O início da exploração com sondas começou em 1960 com vários fracassos e somente a Mariner 4  em 1965 consegue enviar as 21 primeiras imagens de Marte.
      
















    marte

Marte é o quarto planeta a contar do Sol[1] e é o último dos quatro planetas telúricos no sistema solar, situando-se entre a Terra e a cintura de asteróides, a 1,5 UA do Sol (ou seja, a uma vez e meia a distância da Terra ao Sol). De noite, aparece como uma estrela vermelha, razão por que os antigos romanos lhe deram o nome de Marte, o deus da guerra. Os chineses, coreanos e japoneses chamam-lhe "Estrela de Fogo",[2][3] baseando-se nos cinco elementos da filosofia tradicional oriental. Executa uma volta em torno do Sol em 687 dias terrestres (quase dois anos terrestres).
Marte é um planeta com algumas afinidades com a Terra: tem um dia com uma duração muito próxima do dia terrestre e o mesmo número de estações.
Marte tem
calotas polares que contêm água e dióxido de carbono gelados, o maior vulcão conhecido do sistema solar - o Olympus Mons, um desfiladeiro imenso, planícies, antigos leitos de rios secos, tendo sido recentemente descoberto um lago gelado. Os primeiros observadores modernos interpretaram aspectos da morfologia superficial de Marte de forma ilusória, que contribuíram para conferir ao planeta um estatuto quase mítico: primeiro foram os canais; depois as pirâmides, o rosto humano esculpido, e a região de Hellas no sul de Marte que parecia que, sazonalmente, se enchia de vegetação, o que levou a imaginar a existência de marcianos com uma civilização desenvolvida. Hoje sabemos que poderá ter existido água abundante em Marte e que formas de vida primitiva podem, de facto, ter surgido.[5]
 

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